AO VIVO: assista agora a live com o Zeca Pagodinho

Zeca Pagodinho    785


Hoje é dia da live mais esperando no seguimento do samba, estamos falando nada mais, nada menos que o mestre Zeca Pagodinho, depois de resistir algumas vezes em fazer a live por conta de não saber tocar instrumentos o mestre se rendeu aos pedidos dos fãs.

A live acontecerá à partir das 13h e pode ser assistida em nosso site diretamente do canal oficial do cantor no YouTube, basta clicar no player acima e curtir muito samba em homenagem aos dia das mães.

AO VIVO: assista agora a live com o Zeca Pagodinho

BIOGRAFIA ZECA PAGODINHO

Zeca Pagodinho, batizado de Jessé Gomes da Silva Filho, nasceu no Irajá em 4 de fevereiro de 1959 e foi criado em Del Castilho.

Filho de Seu Jessé e Dona Irinéa, quarto de uma família de cinco crianças, desde cedo já trocava as aulas por uma boa roda-de-samba. Por isso, depois da quarta-série, não quis mais saber de escola.

Nos anos 70, o partido-alto começa a se tornar uma febre nos subúrbios do Rio. E entre um samba e outro, Zeca se virava como podia. Feirante, camelô, office-boy, contínuo e anotador de jogo do bicho. Fez de tudo. Desta época, surgiram amizades valorosas como Sérvula, Dorina, Paulão Sete Cordas, Monarco, Mauro Diniz, Almir Guineto, Bira Presidente, Beto Sem Braço e Arlindo Cruz. Freqüentava também as rodas do Cacique de Ramos.


No inicio dos anos 80, Pagodinho começa a se estabelecer como um versador de respeito. Em parceria com o flautista e partideiro Cláudio Camunguelo, teve sua primeira música gravada: “Amargura”. A faixa entrou no repertório do segundo disco do grupo Fundo de Quintal, fundado em 1977 e originário do Cacique de Ramos. A aproximação com o grupo acabou levando Zeca Pagodinho para perto de Beth Carvalho. Foi ela quem gravou seu primeiro sucesso: “Camarão que Dorme a Onda Leva”, que ganhou até clipe no Fantástico. A madrinha ainda gravou “Jiló com Pimenta” (Arlindo Cruz e Zeca). Depois foi a vez de Alcione registrar “Mutirão do Amor” (Zeca, Sombrinha e Jorge Aragão) no LP “Almas e Corações”, de 1983…. continua…


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